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Iraque News - Turma 55
Desde: 26/08/2005      Publicadas: 19      Atualização: 30/08/2005

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 3) GUERRA/TERRORISMO
  30/08/2005
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Os Estados Unidos entraram em guerra contra o Iraque por causa do petróleo, sendo que os Estados Unidos é o principal consumidor de petróleo. O Iraque saiu prejudicado pois os E.U.A. invadiu o Iraque destruindo museus, perdendo objetos importantes que fazem parte da cultura do país.
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Fatores envolvidos:

interesses anglo-americanos
A questão religiosa
O petróleo
Interesse turco
Controle político regional
A oposição Teuto-francesa
O mundo e o conflito
O Brasil e o Conflito
O pós-guerra
Conseqüências:

Ocupação do Iraque
Recrudescimento dos conflitos religiosos
Atentados contra soldados americanos e ingleses
Aumento da instabilidade política na região
Crescimento do antiamericanismo
Crescimento do anti-semitismo entre os árabes
O Verdadeiro motivo a briga pelo petróleo

Na avaliação de alguns países, acadêmicos e organizações estrangeiras, a ação dos Estados Unidos contra o Iraque não tem como objetivo principal desarmar Saddam Hussein, e sim controlar reservas de petróleo no país. Os iraquianos têm pelo menos 112 bilhões de barris de petróleo cru em suas reservas, um número inferior apenas aos recursos da Arábia Saudita, o maior produtor mundial.

Os americanos, em contrapartida, são os principais consumidores de petróleo do planeta, abrigando as sedes de algumas das principais empresas multinacionais do setor. Em caso de vitória dos EUA numa eventual guerra, as companhias americanas poderiam participar da exploração do território do Iraque - e isso provocaria uma grande transformação no bilionário mercado mundial do petróleo.

Negócios - Com as empresas americanas em ação nooo país, a produção iraquiana poderia aumentar. Além disso, um governo aliado aos EUA poderia suceder Saddam Hussein, o que alteraria a divisão de poder dentro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Os EUA importam 60% de todo o petróleo que consomem. Com preços mais baixos na Opep, o país compraria mais combustível pagando menos.

Atualmente, a produção petrolífera iraquiana está com sua capacidade reduzida. Em função da série de sanções comerciais impostas pela ONU, o país exporta 1,1 milhões de barris por dia, sempre sob supervisão dos órgãos internacionais. Os EUA são os maiores compradores (800.000 barris por dia), mas sempre em negócios indiretos, envolvendo empresas européias. Assim, o produto sai mais caro.

Consórcio - A intenção dos americanos de intervirrr na produção de petróleo iraquiana pós-Saddam é comprovada pelo próprio Departamento de Estado do país - a criação de um grupo de estudos sobre o futuro do Iraque tem como prioridade a discussão sobre petróleo. Os líderes da oposição iraquiana a Saddam já visitaram Washington e fecharam acordo para criar um consórcio internacional para o setor.

Se Saddam Hussein for morto ou deposto, o consórcio deverá reformar e modernizar as instalações já existentes e explorar novos poços de petróleo no país. Na última década, empresas de outras potências econômicas, como França, Itália, Rússia e China, tentaram assegurar sua participação num eventual consórcio petrolífero no Iraque. Os EUA, porém, já garantiram a liderança do plano.
  Autor:   Catharina e Nathália


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